
Colares há muitos, se calhar mais que chapéus, mas certo é que quando os fazemos ou compramos temos um propósito qualquer, propósito esse que inevitavelmente atribui ao objecto um qualquer significado.
Seja o colar muito ou pouco valioso é sempre um objecto de adorno adquirido ou feito com consciência (julgo eu) e quando usado não deixa de envaidecer. Os brincos ou colares que ponho no dia a dia - que nem por sombras são só feitos por mim - são sempre estudados consoante a roupa porque tenho um gozo enorme em conseguir encontrar
"the perfect color match". As peças que faço sofrem desta "obsessão" de
pandant, mas acima de tudo de uma grande vontade de equilíbrio, usabilidade e claro está - se conseguir ainda melhor - originalidade.
Adoro receber feedback sobre as peças. Gosto quando dizem bem (claro! quem não gosta?) e gosto ainda mais de receber mensagens do género "o colar fez sucesso!". Tudo isto envaidece, naturalmente, mas acima de tudo contribui para que o trabalho siga em frente e para que eu perceba que ele é reconhecido e respeitado.
No entanto, nem de tudo eu gosto... não gosto por exemplo de
semelhanças-demasiado-evidentes-que-fazem -franzir-o-sobrolho-e-a-testa (que depois parte e depois não há botox que resolva!)

E amanhã há shop update!